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Wearables – A tecnologia dos vestíveis

Entender para crer

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O termo Wearables pode causar estranheza àqueles que não estão familiarizados com sua definição, porém seu uso tem sido constantemente adotado pelo público em geral. Trata-se de uma tecnologia móvel que envolve o uso de aparelhos como smartphones e tablets e que pode ser aplicada para a realidade de múltiplas áreas. Contudo, o grande diferencial de tal tecnologia está na forma em que a funcionalidade dos aparelhos é incorporada aos trajes de seus usuários. É daí que lhes foi atribuído o título wearables, do inglês “vestíveis”, uma vez que são itens do guarda-roupa que ganham a capacidade de interagir com seus donos conforme programação adaptada.

Usabilidade para a saúde e o bem-estar

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Os wearables, conforme mencionado, podem ser úteis dentro de diversas realidades, e uma delas é a da saúde. No que se diz respeito ao telemonitoramento, a tecnologia descrita facilita imensamente o monitoramento de pacientes portadores de doenças que requerem vigilância constante ou que se encontrem internados devido a um acontecimento isolado. Relógios inteligentes, por exemplo, são facilmente programados para monitorar os batimentos cardíacos de uma mulher em trabalho de parto ou para acompanhar os sinais vitais de um cardíaco com histórico tendencioso ao infarto. Mediante a possibilidade de coletar e transmitir esses tipos de dados, os wearables têm se tornado cada vez mais populares em hospitais que possuem a estrutura necessária para adotar o sistema.

[ Veja mais em: M-health: a saúde na palma da mão ]

Realidade na rotina comum

Talvez nem todos tenham conhecimento deste fato, mas a verdade é que muitos já estão utilizando a tecnologia dos wearables sem ao menos saber. Os chamados “smartwatches” nada mais são do que relógios fabricados com sistemas operacionais que funcionam de maneira similar ao do smartphone, viabilizando o acesso à Internet, à reprodução de músicas, à edição da lista de contatos, entre outros. Pode não parecer claro em primeira instância, mas isso impacta diretamente a forma com que a sociedade enxerga (ou enxergará) a gestão de auto cuidado. Para o mercado fitness, atrelado à indústria esportiva, wearables como as chamadas pulseiras inteligentes são comumente utilizadas para gerar análises a partir de dados obtidos por meio da prática de exercícios físicos. Informações relacionadas ao peso, ao sono e à alimentação do indivíduo são coletadas e processadas para que ele mesmo consiga traçar objetivos alinhados à sua necessidade de levar um estilo de vida mais leve e saudável.

Outros produtos que assumiram as funções de um verdadeiro wearable são:

  • » Lentes de contato que produzem imagens diante dos olhos
  • » Óculos de gravam vídeos e que funcionam juntamente com um sistema de GPS
  • » Cordões de casaco que assumem a função de fones de ouvido à prova d’água
  • » Capacetes de motocicleta com efeito de realidade aumentada
  • » Luvas com bluetooth para o atendimento de ligações telefônicas
  • » Pulseiras que realizam pagamentos a partir dos dados bancários do usuário
  • » Chips colocados diretamente na pele para agir como repelentes
  • » Abotoaduras de camisas que também assumem o papel de entrada USB
  • » Anéis que funcionam como relógios
  • » Tênis que controlam a velocidade e o impacto produzido pela prática de exercícios
  • » Chinelos que agem como sensores de metais
  • » Camisetas que detectam a presença de wi-fi em um ambiente

[ Aqui você pode ver com mais detalhes os novos wearables que estão por vir: Produtos tecnológicos que você irá vestir ]

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Acessibilidade: a palavra-chave

Informações que ficam armazenados nos wearables podem ser acessadas de qualquer lugar, conforme for mais conveniente para o usuário do “vestível inteligente”, seja por meio de uma pulseira ou um relógio. O que torna tal fato possível é o conceito aplicado à computação em nuvem, advinda do inglês “cloud computing”, que prevê o fato de a memória dos dispositivos, bem como sua capacidade de armazenamento, ficar interligada através da Internet. O maior benefício que se pode aproveitar é que não há necessidade de se instalar qualquer tipo de programa para que os dados sejam manipulados onde o usuário do wearable estiver. E como o acesso acontece de forma remota, os modelos acabam ganhando a preferência dos que têm condições de adquiri-los.

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Tudo tem um preço

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Tendo em mente que os wearables funcionam com base no alto valor agregado, o custo de aquisição pode de fato ser bastante elevado. Os preços costumam variar de acordo com as funções acopladas ao dispositivo e ao nicho que seu fabricante deseja atingir. Já é sabido que não se tratam de produtos facilmente achados em gôndolas e que, na maioria das vezes, são adquiridos no exterior pelas poucas empresas que detêm a estrutura necessária para fabricá-los. Quando disponibilizados em território nacional, os wearables podem sofrer acréscimo no valor final devido às taxas de importação e ao lucro almejado pelos revendedores.

Graças a essa leitura, pôde-se compreender um pouco mais da realidade de uma tecnologia que vem ganhando a preferência de vários adeptos. Para ficar sabendo de mais detalhes sobre o tema, basta acompanhar nosso conteúdo e ficar ligado em nossas postagens.

Você já conhecia os wearables? Então, conte para nós como foi que soube dessa novidade tecnológica. Compartilhe o artigo e até a próxima!

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