2016-09-16

Seu hospital é seguro?

Quando pensamos no ambiente de um hospital, uma das primeiras preocupações que nos vem à mente é sobre segurança com que serão tratados nossos familiares.

Um hospital seguro envolve uma série de itens e ações que precisam estar em conformidade para que os pacientes sejam bem atendidos. Para isso, também é preciso minimizar ao máximo os danos ao paciente. Para ajudar nessa tarefa, precisamos confiar em dois pontos principais: pessoas e tecnologia.

Pensamos nas pessoas como todos que trabalham no hospital, não apenas médicos e enfermeiros. Qualquer pessoa está envolvida no tratamento dos pacientes, mesmo que de forma indireta. Afinal, um local de trabalho de qualidade precisa estar limpo e com todas as suas facilidades funcionando para que o atendimento seja satisfatório.

A tecnologia também é importante, desde uma simples porta ou janela que precisa abrir e fechar corretamente até os mais complexos equipamentos usados por um cirurgião. Tudo precisa estar funcionando bem para trazer a tão desejada segurança ao paciente.

Pessoas

segurança do paciente

Todos os trabalhadores de um hospital precisam estar bem treinados para realizar suas respectivas funções com qualidade. Ao contrário de outros ambientes, um hospital é muito pouco tolerável a falhas, já que estamos lidando com o bem-estar e a vida de pessoas e de seus familiares.

Uma simples refeição servida para o paciente errado pode acarretar perigosas consequências. Uma consulta errada pode prejudicar um tratamento e até um local mal limpo pode representar um perigo.

Por isso, em um hospital, os processos são muito importantes. As pessoas precisam seguir corretamente os princípios do local e as normas regulamentadoras para diminuir a probabilidade de erros operacionais.

Tecnologia

Nós usamos a tecnologia o tempo todo em nossas casas, carros e portáteis. Quando alguma coisa falha, podemos resolver em algum tempo, mas em um hospital esse limite é menor. Enquanto podemos comprar um fogão mais barato para nossa casa e correr o risco de a qualidade ser inferior, um hospital precisa trabalhar sempre com que existe de melhor em termos tecnológicos.

E quando falamos em tecnologia e segurança ao paciente, pensamos não apenas nos aparelhos para realização de exames, mas também nos sistemas de gerenciamento. Modernos sistemas informatizados ajudam os profissionais a contar com a mais precisa informação em tempo real, o que é um grande passo para a área.

A receita prescrita pelo médico vai para o sistema e é consultada por enfermeiros, nutricionistas, auxiliares, recepcionistas. A partir dessa primeira informação, uma cadeia de ações é realizada por esses outros profissionais, culminando em um tratamento adequado e em menos danos ao paciente.

segurança do pacienteA tecnologia pode ajudar com:

  • » melhor aproveitamento de pessoas e recursos;
  • » diminuição dos erros com prontuários eletrônicos, etiquetagem e leituras automatizadas;
  • » controle de presença e ausência para pessoas ou equipamentos.

Por isso, os recursos tecnológicos são de grande valia para os hospitais da atualidade.

Os 5 direitos

Além de tudo o que já dissemos sobre segurança ao paciente, vale lembrar da recomendação conhecida como os 5 direitos do paciente. São melhores práticas que, se corretamente seguidas, podem reduzir bastante o número de erros em um hospital. Aqui falamos de erros relacionados ao trato direto com as pessoas tratadas. Vamos a eles:

1- O paciente certo

Pode parecer óbvio, mas é importante haver a certeza de se estar lidando com a pessoa correta. Situações de stress, ambientes muito cheios e outras complicações podem levar a um procedimento feito na pessoa errada. Para as pessoas é necessário bom senso, seguir os procedimentos e se apoiar na tecnologia.

2- O medicamento certo

Um medicamento errado pode trazer pequenos danos ao paciente ou até levar à morte. Quem administra medicamentos precisa utilizar todo o conhecimento necessário para identificar, separar e aplicar corretamente qualquer medicamento.

3- A dose certa

Acertar o medicamento, mas errar a dose, também é um problema. Os danos ao paciente vão desde a ineficácia do tratamento até os efeitos de uma superdose.

4- A rota certa

A premissa aqui é a organização. Se há várias atividades a serem realizadas, existe uma ordem para isso. Estabelecer prioridades e cumpri-las é importante no que tange à segurança hospitalar.

5- A hora certa

O relógio deve ser respeitado. Desde o horário de entrada no posto de trabalho até as minúcias de horário para se administrar um medicamento, realizar um exame ou produzir um relatório.

Os 5 direitos não são obrigatórios, nem mesmo um manual de como um hospital deve funcionar. São diretrizes baseadas em boas práticas e devem ser entendidas como metas para todos que trabalham no local e querem fazer dele um lugar mais seguro.

Quais ações seu hospital ou clínica vem adotando em prol da segurança dos seus pacientes e colaboradores? Conte para nós! E aproveite para compartilhar esse conteúdo em suas redes sociais. Demonstre aos seus pacientes as suas preocupações nessa área e ajude outras pessoas a conhecer mais sobre a segurança na saúde!


Leia mais sobre os 5 Rights

5-rights

Deixe uma resposta