2016-12-13

Principais ferramentas de gestão hospitalar

Não importa o tamanho ou a especialidade, a gestão hospitalar é uma tarefa muito complexa.

As ferramentas de gestão hospitalar tradicionais quase nunca podem ser aplicadas a esse ambiente devido às especificidades que o modelo apresenta em relação a outros tipos de negócio.

Isso se dá devido às características do produto vendido: serviços de saúde, quase sempre emergenciais, nos quais o objetivo é a completa recuperação dos pacientes. Entre as maiores dificuldades encontradas na gestão de hospitais podemos citar os custos elevados, a dificuldade em se padronizar procedimentos e a complexidade burocrática em documentar as atividades do dia a dia.

Uma das saídas para tornar esse ambiente deveras caótico um pouco mais controlado e organizado é se apoiar na tecnologia. Existem ferramentas de gestão hospitalar desenvolvidas especialmente para esses ambientes. Elas contam com o que há de mais avançado e são de grande valia para os gestores.

Prontuário eletrônico

gestão hospitalar

Houve um tempo em que tudo era registrado em papel. Pilhas e pilhas de papel arquivadas em espaços cada vez maiores, sujeitas a ação do tempo e aos erros no manuseio. A gestão de hospitais modernos usa o PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) para organizar as informações de cada paciente de forma digital: pelo nome, CPF, RG ou pela matrícula do paciente, qualquer funcionário com o nível de privilégio adequado pode consultar, alterar ou adicionar informações a esse prontuário.

Armazenado seguramente em servidores, muitas vezes em nuvem, esse PEP é uma ferramenta de gestão hospitalar de grande importância para organizar a operação e diminuir o tempo gasto com burocracia. Com o PEP, a chance de erros cai bastante, além de tornar possível a geração de dados estatísticos e outros tipos de relatórios importantes no processo de controle e gestão.

Gestão de processos de negócios

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Os processos do cotidiano tentem a ser repetitivos. Não acontece o tempo todo em hospitais, sujeitos a grandes variações, mas ainda acontecem. A ferramenta de gestão hospitalar conhecida como BMP (Business Marketing Management) consiste em encontrar e otimizar esses processos repetitivos, assim como buscar uma padronização de todos os outros sempre que possível.

Com a gestão de processos de negócios, é possível entender as estruturas organizacionais sob a chancela da gestão de hospitais e criar novas rotinas baseadas em melhores práticas e dados estatísticos prévios. A automação de processos é realizada por meio de software, o que permite aos gestores tomar decisões mais rápidas quando surgem diferentes demandas.

Gestão eletrônica de documentos

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Já falamos sobre os prontuários eletrônicos e o quanto isso facilita o cotidiano da gestão de hospitais. Mas que tal informatizar toda a documentação? Isso é possível com a GED (Gestão Eletrônica de Documentos).

Essa ferramenta de gestão hospitalar irá permitir colocar toda a base de dados necessária para a operação diária no meio digital: marcação de consultas, recursos humanos, compra de insumos, documentação técnica, notas fiscais e contabilidade.

A interligação desses sistemas torna possível entender muito melhor os gargalos administrativos e tomar ações de forma muito mais ligeira para corrigi-los.

Também fica muito mais ágil qualquer processo de localização de um documento, desde uma simples ficha médica até todo o histórico de compras de um período. Imagine o tempo que se ganha durante uma auditoria?

Com a GED, o hospital consegue responder mais rápido às solicitações do dia a dia, que pode fazer a diferença na hora de demonstrar competência aos clientes ou, até mesmo, salvar uma vida.

Gerenciamento de conteúdo empresarial

A GED é um grande avanço em termos de ferramenta de gestão hospitalar, mas, para quem precisa de ainda mais produtividade, existe o ECM (Enterprise Content Management). Com ele, a gestão de hospitais sobe a um nível ainda maior em excelência. Esses sistemas são muito mais do que meros digitalizadores de informação: eles são capazes de fazer uma tomada ativa de decisões de acordo com os inputs recebidos.

O ECM é especialmente útil para o ambiente hospitalar por estar preparado para lidar com o ambiente não linear oferecido por essas instituições. Sistemas genéricos já irão oferecer algum ganho quando comparados aos modelos tradicionais e sua burocracia baseada em papel, porém o ECM representa um diferencial importante que deve ser levado em conta pela gestão de hospitais.

Ter uma ferramenta de gestão hospitalar bem instalada, configurada e mantida é de suma importância frente ao mercado atual, tão competitivo e dinâmico. Qual delas você usaria em seu hospital? Faça um comentário e continue acompanhando nossas postagens e fique sempre por dentro das novidades no ramo da gestão hospitalar.

Gostou deste conteúdo? Que tal se aprofundar e ver este post sobre OPMEs? Não se esqueça de deixar sua opinião. Até a próxima!


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