gastos com saúde

Previsão dos gastos com saúde mundial

Entenda a previsão dos gastos com a saúde mundial e como governo e pessoas comuns estão se comportando.

Muito tem se falado no quanto as pessoas estão mais preocupadas com a saúde nos últimos tempos. As pessoas estão querendo entender mais de saúde, estão pesquisando sobre doenças, remédios, mas, principalmente, estão procurando descobrir novas formas de prevenção e de aumentar a qualidade de vida.

Gastos com saúde

Estão as pessoas investindo mais para alcançarem essas metas ou isso é apenas um discurso? Pesquisas indicam que sim. Os gastos pessoais com saúde têm crescido ano a ano na última década. Claro que isso depende de vários setores, por isso vamos discutir melhor o assunto em seguida.

Planos de saúde

Mais pessoas estão incluindo planos de saúde nos seus gastos com saúde. Antes uma quase exclusividade das empresas, os planos vêm se adaptando à economia brasileira e estão conseguindo diminuir a diferença entre as pessoas que dependem do SUS (Sistema único de saúde) e daquelas que podem contar com algum tipo de assistência.

Para isso, os planos investiram na simplificação dos pacotes e na oferta cada vez mais limitada de serviços para atingir classes da população antes isoladas dessa possibilidade. Mas os planos que crescem em ritmo acelerado nos gastos com saúde são os odontológicos. Os brasileiros nunca gastaram tanto para cuidar dos dentes.

Medicamentos e cosméticos

Infelizmente o preço dos remédios não está baixo no país. Mesmo com a ideia dos genéricos, ação que visava abaixar os preços criando uma concorrência maior, os gastos com saúde em relação à medicamentos são bem altos no país.
Isso faz com que o governo gaste enormes quantias com programas com o farmácia popular,que transfere fundos para as farmácias a fim de cobrir os gastos da população com os remédios mais caros que não poderiam ser adquiridos pela população.

Apesar disso o cidadão comum também viu ampliada a sua fatia de gastos com medicamentos nos últimos anos em virtude ou do aumento de preços dos remédios ou do arrocho dos salários.

Obesidade

A obesidade e as consequências dela estão fazendo com que os brasileiros aumentem os seus gastos com saúde. Os gastos cresceram em famílias com pelo menos um indivíduo considerado obeso na contratação de serviços para a perda de peso, medicamentos, dietas e outros dispositivos utilizados no combate à obesidade.

Também se tem gastado mais para cobrir os danos causados pela condição como a diabetes e as doenças cardíacas.

Governo investe menos

Na contramão do aumento dos gastos com saúde realizados pelos cidadãos comuns, o governo gastou menos com a saúde no ano de 2017. Apesar da conhecida precária situação dos hospitais brasileiros e da falta de leitos, médicos e até de insumos básicos o governo gastou praticamente o mesmo valor que no ano anterior.

Isso, descontando-se a desvalorização causada pela inflação coloca o gasto no mesmo patamar do ano anterior e demonstra que a situação não deve melhorar no curto prazo.

Representantes do governo justificam esses números como sendo uma consequência da lei de responsabilidade fiscal. De acordo com a lei, o governo não pode descumprir o piso estabelecido de R$ 109 bilhões, porém o valor divulgado foi o de R$107,2 bilhões.

A conta só fecha porque dentro do universo desses valores existe o valor empenhado, que ultrapassa esse piso e o valor efetivo que ficou abaixo disso.

Na prática o governo vem, ano a ano, diminuindo os gastos com saúde assim como também tem feito com a área da educação. Enquanto o usuário comum aumentou suas despesas em cerca de 8%, o governo diminuiu essas despesas em torno de 6%. Os números são ainda mais contundentes em alguns setores como o já citado programa de
distribuição de remédios que sofreu queda de 18% nos investimentos, embora muitos acreditem que os valores antes investidos fossem altos demais.

O cenário parece ser o mesmo para os próximos anos com os gastos públicos com a saúde em declínio e os gastos privados aumentando. As pessoas comuns têm realmente se preocupado cada vez mais com a própria saúde e estão buscando por formas de se prevenirem contra as doenças, isso inclui, além dos gastos com a saúde, outras despesas um pouco mais indiretas como os investimentos feitos em qualquer coisa que aumente a qualidade de vida. Se somássemos esses números à equação, descobriríamos que os gastos com saúde, de forma direta ou indireta aumentaram bastante.

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