Digitalização na saúde

Digitalização na saúde, na “Era da informação”

A digitalização na saúde, a tecnologia estão cada vez mais presente em nossa sociedade. Estamos chegando a um ponto em que toda uma geração já nasceu conectada e depende de processos tecnológicos para quase tudo.

Experimente ficar sem internet em casa por algumas horas e veja o pânico se instalar em crianças e adolescentes que não sabem viver sem essa facilidade. Ao fenômeno da incursão tecnológica cada vez maior é dado o nome de digitalização. Coisas que fazíamos de forma analógica como ler um livro, conversar com os amigos, jogar ou estudar agora são feitas com o auxílio de um computador ou de outros gadgets conectados a internet, principalmente os smartphones.

E esse fenômeno também está alterando a forma como as pessoas cuidam da própria saúde. A digitalização na saúde é fato consumado e irreversível na sociedade atual. Por isso é preciso compreender a mudança e se preparar para ela.

Como se preparar

A digitalização na saúde não é algo que aconteceu do dia para a noite. É um processo contínuo e preparar-se para ele é necessário para quem trabalha nas áreas relacionadas. Isso não quer dizer que precisemos jogar fora todos os bloquinhos de papel e as canetas e substituí-los por equipamentos eletrônicos, mas que percamos a resistência à tecnologia, que deixemos de desconfiar de tudo o que é mais avançado e passemos a utilizar essas ferramentas em prol da saúde.

A preparação mais específica passa pelas ferramentas que utilizamos para trabalhar. Um radiologista precisa conhecer muito mais a tecnologia para operar os equipamentos que utiliza diariamente do que a saúde do corpo humano em si. Claro que não podemos simplesmente abandonar as teorias médicas, mas encontrar um equilíbrio porque as duas coisas precisam andar juntas.

Se os profissionais precisam se preparar, mais ainda precisam as empresas. Hospitais,consultórios, laboratórios, clínicas e outros locais propensos à atividade médica precisam adotar o mais rápido possível as soluções já disponíveis no mercado sob o risco de não mais prestarem um bom trabalho e serem superados pelos seus concorrentes.

A medicina diagnóstica, por exemplo, já depende de uma série de processos e equipamentos que vão diretamente ao encontro da digitalização na saúde e continuarão a evoluir rapidamente. Um exemplo interessante é o de médicos que agora recebem radiografias diretamente na tela do computador, sem a necessidade de esperar dias pelo paciente com a “chapa” em mãos para fazer o diagnóstico.

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Qualificação

E houve um tempo em que um curso universitário era o ápice de um profissional. Esse tempo ficou para trás e agora é preciso pensar em educação contínua, não apenas na área médica, mas em praticamente todas as áreas. Hoje é preciso investir em pós-graduações, mestrados, doutorados, cursos de idiomas e especializações, alguns destes praticamente obrigatórios dependendo de onde se pretende chegar.

O conhecimento é renovado praticamente de forma diária e é preciso estar em constante reciclagem para se manter atualizado. Nesse caso a digitalização na saúde funciona como uma parceira pois também ficou mais fácil se preparar quando cursos podem ser realizados à distância ou por conta própria. Hoje o estudante pode assistir a uma palestra que está acontecendo do outro lado do mundo sem sair de casa.

A qualificação é algo válido hoje para um momento breve e precisa ser constantemente renovada por quem deseja permanecer competitivo.

Informação

Estamos vivenciando a chamada “era da informação” onde dados valem mais do que ouro.

Quem detém a informação pode utilizá-la de formas tão amplas que elas chegam a valer muito no mercado atual.

A digitalização na saúde é importante também para que se crie, retenha e utilize informação. Pesquisas, artigos, bancos de dados nunca foram tão relevantes e continuarão a ser, por isso é preciso se investir em meios de adquirir, guardar e manipular essas informações.

Há uma necessidade de se investir em tecnologia. É um caminho sem volta onde prontuários em papel serão substituídos por modernos monitores interligados e onde os médicos não precisarão mais caminhar de leito em leito para colher informações, mas apenas acessá-las em uma tela.

Imagine um mundo onde sabe-se com antecedência onde as coisas estão, como as pessoas estão e se toma providências baseado na análise de dados. Esse mundo já existe com a digitalização na saúde e vai continuar progredindo queiramos ou não.

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