2015-07-20

CPI: Máfia das próteses

CPI da Máfia das Próteses revela falta de controle de hospitais com materiais vencidos

De um lado o problema financeiro, com a perda de produtos de alto valor agregado e de outro a segurança dos pacientes

Nesta última semana de maio, a CPI da Câmara que investiga a chamada “Máfia das Próteses” ouviu médicos, desembargadores, representantes de empresas, distribuidoras de equipamentos médicos e diretores de hospitais. Suspeitos de receber e pagar propina em troca de cirurgias desnecessárias com o uso de materiais hospitalares fora de validade.

O esquema denunciado pelo Fantástico em janeiro deste ano vem revelando umProtese dos maiores problemas da saúde pública do país: falta de controle de hospitais com materiais vencidos e medicamentos de alto valor agregado.

Denúncias de materiais hospitalares vencidos e com rótulos de validade adulterados vêm desde então se tornando rotina no noticiário brasileiro. O que demonstra a fragilidade dos hospitais em relação à gestão de estoques e logística, que podem significar grandes prejuízos financeiros e até a morte de pacientes.

Instalou-se uma crise de segurança que pode ser solucionada com o investimento em tecnologias de gestão de hospitais. “Automatizar processos de modo que se obtenha o controle de toda a logística de materiais hospitalares é fundamental para que os hospitais consigam garantir a segurança de seus pacientes, uma gestão de qualidade e sua sustentabilidade financeira”, explica Fernando Monlin, diretor de operações (COO) da Gtt Healthcare, empresa catarinense que desenvolve soluções de automação avançada para o mercado de saúde.

Com o uso da recente tecnologia RFID (do inglês Radio-Frequency Identification), um método de identificação automática por meio de sinais de rádio frequência, a Gtt Healthcare desenvolveu uma plataforma para o controle logístico de materiais hospitalares.

OPMEO Gestor OPME garante a auditoria de todo o estoque hospitalar em tempo real, permitindo que todas as informações necessárias para o controle do produto sejam imputadas remotamente por meio de uma ferramenta online. Etiquetas com um chip são aplicadas em cada material hospitalar, assim as informações de cada produto podem ser recuperadas pela plataforma com acesso restrito, certificando a segurança das informações.

A plataforma de gestão entrega alertas de vencimento de produtos, relatórios de nível de estoque, de locais inventariados, de produtos em trânsito, de produtos consumidos etc. Os riscos de perda de material por vencimento ou o consumo de material vencido por pacientes reduzem a quase zero.

“A tecnologia e as novas práticas de gestão hospitalar caminham lado a lado em direção a um futuro com mais segurança para pacientes e idoneidade de instituições de saúde que têm um nome a zelar”, completa Monlin.


Gestor OPME

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