controle de OPMEs

Como acontece o controle de OPMEs dentro dos centros cirúrgicos?

O controle de OPMEs é um processo que vai desde a fabricação desses materiais e passa pela distribuição, estoque do hospital, pelo procedimento de sua utilização e ainda pelo tempo em que permanece com o paciente.

Os OPME´s, sigla para órteses, próteses e materiais especiais são hoje amplamente utilizados nos hospitais para o auxílio em cirurgias e tratamentos, principalmente em casos onde o corpo não pode se regenerar por conta própria e precisa de uma ajuda tecnológica, seja de forma temporária ou definitiva

Todo esse processo envolve certa burocracia e, muitas vezes, uma certa demora entre a solicitação feita pelo médico e a utilização do material. Essa demora se justifica pelo custo em geral alto desses materiais, o que torna a sua disponibilidade mais baixa ou dependente da demanda específica.

Só que nos centros cirúrgicos nem sempre há tempo suficiente para seguir esse procedimento, por isso é preciso um controle de OPMEs específico para atender às demandas desse setor. E é isso que iremos conhecer mais a fundo agora.

Emergência

A característica que nos interessa em relação ao controle de OPMEs é a de urgências dentro de um centro cirúrgico, afinal, quando a cirurgia é previamente agendada, existe tempo hábil para se realizar todos os trâmites necessários. Mas e quando a cirurgia é uma urgência?

Nesse caso existem basicamente duas possibilidades: a de que o material necessário faz parte do estoque do hospital e está disponível para uso e a outra possibilidade é a de o material necessário precisar ser pedido em caráter de urgência.

Gestor OPME

Estoque próprio

Se o material necessário já se encontra no estoque do hospital, o procedimento é mais simples e rápido. Apesar disso os OPME´s costumam ser materiais de alto custo sendo necessário que haja um controle sobre o seu uso.

Para que isso aconteça, o médico ou os responsáveis pelo procedimento cirúrgico devem abrir uma solicitação para esse material justificando o seu uso, já que esses custos influenciam diretamente nas despesas do hospital.

Por isso é importante que haja um sistema de controle de OPMEs para que esse processo seja feito de forma rápida e não prejudicar o andamento da cirurgia. O material é solicitado via sistema, gestores e outros responsáveis emitem suas autorizações e o estoque já recebe a ordem para a retirada do material. Tudo em questão de minutos já que todo o processo é prioritário em virtude da urgência.

Estoque de terceiros

Quando o OPME necessário não se encontra no hospital, é ainda mais importante que se conte com um sistema de controle de OPMEs eficiente. Nesse caso o sistema deve estar interconectado ao de fornecedores previamente estabelecidos para que se haja a checagem de disponibilidade desse material em cada um deles, preço e tempo para entrega.

Satisfeitas essas condições e emitidas as devidas autorizações, a ordem de compra é realizada e enviada ao distribuidor escolhido, sempre em regime prioritário e de forma bastante rápida, afinal há um paciente no centro cirúrgico à espera desse material.

O sistema de controle de OPMEs é essencial para o correto funcionamento dessa cadeia por motivos variados. A gestão do hospital estará de olho nesses números sempre em busca de gastos desnecessários ou procedimentos que poderiam ter sido feitos de forma mais eficiente e menos custosa.

Os planos de saúde estarão de olho nesses números porque muitas vezes são eles quem irão arcar com os custos incidentes sobre esses materiais e querem se certificar de que tudo está sendo feito de acordo com as suas premissas.

Há também de se levar em conta dois fatores muitos importantes. O primeiro deles é o quanto o paciente pode esperar pela chegada desse material. Por esse motivo, é comum que os hospitais já possuam a maioria dos itens mais utilizados em emergências deixando esse procedimento reservado para os casos mais incomuns ou onde o paciente possa aguardar sem correr riscos.

Outro fator a ser considerado é o tempo perdido nessa espera. Profissionais parados aguardando por equipamentos além do próprio centro cirúrgico mantido em funcionamento representam investimento estando o hospital sempre colocando na balança qual é a melhor forma de fazer o controle de OPMEs de forma a atender bem aos pacientes sacrificando os custos o menos possível.


Infográfico"/

 

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